
O guerreiro morreu.
Ao contrário dos índios, não comi sua carne.
Juntei sua lança e a pendurei na parede.
Não fiquei mais bela, mais forte, ou mais sábia.
Fiquei mais lança.
Este poema faz parte do projeto Poema Dia.
Cada dia do mês, dois poetas postam seus poemas no blog http://www.poemadia.blogspot.com/
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1 comment:
Rito de eterno retorno...
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